Caso a escolha do próximo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) fique para 2027, a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ser a responsável por indicar a maioria dos integrantes da corte.
O Senado derrotou nesta quarta-feira (29) o advogado-geral da União, Jorge Messias, que havia sido escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), indica que deve deixar a escolha para o assento vago na corte para o próximo ano.
Assim, deverá ficar para o vencedor das eleições presidenciais de 2026 a nomeação do décimo primeiro integrante do Supremo. As pesquisas apontam empate técnico entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Uma eventual maioria indicada pela família Bolsonaro, responsável por indicar Kassio Nunes Marques e André Mendonça, teria potencial para mudar a correlação de forças do tribunal.
Até 2030, ao menos três ministros devem deixar a corte porque irão atingir a idade máxima e terão de se aposentar. O primeiro será Luiz Fux, que completa 75 anos em abril de 2028. Depois, em abril de 2029, será a vez da ministra Cármen Lúcia e, em dezembro de 2030, o ministro Gilmar Mendes.
Por Por Brasília
Fonte CNN Brasil
Foto: 03/02/2025- Antônio Cruz/Agência Brasil/ Reprodução: Flickr













