Comitiva da Nicarágua conferiu trabalho da rede pública de saúde do DF

Objetivo foi visitar Cievs-DF, Lacen-DF e Hmib para conhecer experiência de monitoramento de doenças, considerada referência internacional pela Organização Pan-Americana da Saúde

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O Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde do Distrito Federal (Cievs-DF), o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) e o Núcleo Hospitalar de Epidemiologia do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) integraram a programação de visitas de servidores do Ministério da Saúde da Nicarágua e representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A comitiva esteve nessas unidades da Secretaria de Saúde, nesta terça-feira (7), para conferir as melhores práticas adotadas pela pasta no monitoramento de doenças.

“Para a Opas, o Brasil é referência em muitas iniciativas”, afirmou Enrique Pérez-Flores, representante da Organização na Nicarágua. “É um trabalho muito avançado no sentido científico e tecnológico”, completou Carlos Saénz Torres, secretário-geral do Ministério da Saúde da Nicarágua. Ele foi apresentado aos sistemas utilizados pela Secretaria de Saúde do DF para monitoramento das doenças, bem como ao trabalho diário realizado pelos servidores.

A gerente do Cievs-DF, Priscilleyne Reis, destacou o aumento da capacidade de vigilância alcançada com os desafios impostos pela pandemia de covid-19. “Hoje conseguimos fornecer informações muito mais completas e confiáveis, e em um intervalo menor de tempo”, disse. A servidora também ressaltou a integração entre as diversas unidades, inclusive da rede privada, e o monitoramento realizado nas escolas.

À frente da Coordenação-Geral de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Janaína Sallas, explicou sobre a escolha de mostrar para a comitiva estrangeria o trabalho realizado no Distrito Federal. “É uma forma de reconhecer toda a experiência de resposta do DF frente à pandemia e outros agravos, como dengue, surtos de diarreia, pólio e sarampo, dentre outras”, detalhou.

A coordenadora explicou que o Ministério da Saúde trabalha em parceria com países das Américas e da comunidade língua portuguesa para reforçar a troca de conhecimentos. “O grande objetivo é que a gente tenha uma proteção global”, disse.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Por Agência Brasília com informações de PH Paiva

Foto: Tony Winston/Agência Saúde