GDF cria diretoria para fortalecer o mercado de jogos eletrônicos

O objetivo é promover a qualificação profissional e incentivar oportunidades de negócios, emprego e renda

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O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), criou a Diretoria de Jogos Eletrônicos. O objetivo é impulsionar o desenvolvimento científico e tecnológico e uma economia mais inovadora e criativa, que incentive oportunidades de negócios, emprego e renda. A nova diretoria busca contemplar demandas da sociedade, promover a qualificação profissional de jovens e fomentar o desenvolvimento do mercado de games, em expansão no DF.

Para o secretário da Secti, Gustavo Amaral, a medida representa um avanço no sentido de reforçar o DF como um polo tecnológico e de incluir jovens empreendedores no mercado. “Agora, temos uma Diretoria de Jogos Eletrônicos, pois sabemos do potencial deles para o mercado de trabalho e para a economia”, afirma.

Entre as medidas que contribuíram para o crescimento desse mercado no DF estão a cooperação entre desenvolvedores e o apoio do GDF que acrescentou a linha de jogos eletrônicos nos editais de Fundo de Apoio à Cultura e, em 2021, lançou editais de fomento ao desenvolvimento de empresas startups da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF). Em 2023, o edital FAC Brasília Multicultural I conta com uma linha específica de R$ 500 mil para a produção de jogos eletrônicos.

Atualmente, o Distrito Federal conta com 20 empresas desenvolvedoras de games. O relatório anual da Associação de Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos do DF (Abring) aponta que o faturamento do setor ultrapassou R$ 8,5 milhões em 2022, um crescimento de 10,8% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram desenvolvidos 46 projetos, com a geração de 182 empregos diretos. Esse número pode crescer, já que 54% dos respondentes não formalizados do levantamento feito pela Abring pretendem abrir uma empresa de jogos.

Com informações da Agência Brasília

Por Redação do Jornal de Brasília

Foto: Divulgação/Secti / Reprodução Jornal de Brasília