DF registra 11 mortes por dengue, afirma Ibaneis

O governador visitou o Hospital de Campanha da Ceilândia, inaugurado nesta segunda-feira

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou, nesta segunda-feira (5/2), que 11 mortes em decorrência da dengue foram registradas na capital. Ibaneis afirmou que esses dados serão divulgados pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) em novo boletim epidemiológico da dengue, ainda nesta segunda.

Segundo o chefe do Executivo local, o balanço mostra que a capital registrou cerca de 46 mil casos da doença desde o começo deste ano. A declaração foi feita durante visita dele ao Hospital de Campanha (HCamp) da Aeronáutica, inaugurado na manhã desta segunda ao lado da Unidade de Pronto-atendimento (UPA) I, de Ceilândia.

Com o aumento expressivo de casos de dengue no DF, o governador fez um apelo para que a população não descarte lixo na rua e fique atento aos focos de proliferação do mosquito. “Hoje está saindo o boletim epidemiológico. Nós já tivemos aqui no DF mais de 46 mil casos registrados e já com 11 mortes confirmadas. O momento é de emergência realmente. A gente precisa do apoio de toda a população, vemos lixo espalhado pela cidade e sabemos que o mosquito se alastra de uma forma muito rápida. Precisamos do apoio para a gente combater esse problema que sabem que é seríssimo”, destacou Ibaneis.

Hospital de Campanha

O Hospital de Campanha (HCamp), da Aeronáutica, localizado ao lado da Unidade de Pronto-atendimento (UPA) I, de Ceilândia, iniciou os atendimentos para os pacientes com suspeita de dengue. A expectativa é de que o local possa atender 600 pessoas por dia, segundo a SES-DF.

A estrutura comporta até 60 leitos. O Hcamp é formado por módulos, sete células onde funcionam áreas para acolhimento, consultas e laboratório, entre outras. O hospital funcionará 24 horas com toda a estrutura necessária para atendimento dos pacientes com dengue, como cadeiras de hidratação e leitos pediátricos e adulto.

Por Júlia Eleutério do Correio Braziliense

Foto: Marcelo Ferreira / Reprodução Correio Braziliense