“Precisamos cumprir o que já foi prometido”, diz Lula

O novo PAC será lançado no dia 2 de julho, e a data de lançamento dos programas Luz para Todos e Água para Todos ainda não foi definida

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Brasília (DF), 15/06/2023 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena reunião ministerial, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante a reunião ministerial desta quinta-feira (15), marcada para que os ministros fizessem um balanço de suas ações até esse momento, após seis meses de governo, e então, começarem a planejar o próximo período, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que é preciso cumprir o que já foi prometido.

“Daqui para frente, a gente vai ser proibido de ter novas ideias, a gente vai ter que cumprir aquilo que a gente já teve capacidade de propor até agora”, disse o petista.

A única exceção será a construção de escolas. Para isso, Lula pediu ao ministro da Educação Camilo Santana que deixe uma reserva no orçamento.

O novo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) será lançado no dia 2 de julho, e a data de lançamento dos programas Luz para Todos e Água para Todos ainda não foi definida

“Até agora, nós estivemos tratando da organização dos ministérios, nós estávamos tratando da briga de orçamento, estávamos tentando recuperar parte de todas as políticas públicas que tinham sido desmontadas. Nesse governo, inclusive, estamos remontando algumas políticas desmontadas, essa parte já está cumprida”, afirmou o presidente.

Essa é a terceira reunião ministerial do governo e, segundo Lula, a próxima ocorrerá apenas no fim do ano. A previsão é de que o encontro de hoje só termine no fim da tarde. Os líderes do governo no Congresso, Câmara e Senado também terão um momento de fala. Ainda participam do encontro os presidentes dos bancos públicos.

O presidente também afirmou que é preciso prestar contas à sociedade brasileira e cobrou mais articulação para a comunicação das ações do governo. “Nada será escondido, nenhuma dificuldade será escondida, nenhum problema será escondido e tudo aquilo que a gente fizer a gente quer tornar público”, disse, citando o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta.

Por Camila Bairros do Jornal de Brasília

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Reprodução Jornal de Brasília