Termômetros do DF marcam 33,2ºC nesta terça-feira (22)

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), esse foi o dia mais quente do ano até agora. A média da máxima para este mês é de 27,4ºC

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Os termômetros do Distrito Federal registraram, nesta terça-feira (22), 33,2ºC, um novo recorde de calor na capital. A temperatura foi atingida em Águas Emendadas, em Planaltina.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), esse foi o dia mais quente do ano até agora. A média da máxima para este mês é de 27,4ºC

Os termômetros do Distrito Federal registraram, nesta terça-feira (22), 33,2ºC, um novo recorde de calor na capital. A temperatura foi atingida em Águas Emendadas, em Planaltina.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), esse foi o dia mais quente do ano até agora. A média da máxima para este mês é de 27,4ºC.

Ainda de acordo com o instituto, a umidade relativa do ar do DF chegou a 16%, no Gama, e 20%, no Plano Piloto, colocando, assim, a capital em alerta laranja. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é 60%.

Mundo

Meses de clima quente e seco criaram as condições para a onda de incêndios florestais recorde deste ano no Canadá, o que levou cientistas a apontarem o dedo para as mudanças climáticas.

Um estudo extenso, publicado nesta terça-feira (22), agora apoia esta afirmação, ao demonstrar que temporadas de incêndios desta intensidade são pelo menos sete vezes mais propensas de ocorrer como resultado da queima de combustíveis fósseis.

O estudo, realizado pelo grupo de colaboração acadêmica World Weather Attribution, também descobriu que ao longo do ano, condições propícias para a ocorrência de incêndios foram 50 vezes mais intensas devido ao aquecimento global.

“Enquanto continuarmos a aquecer o planeta, este tipo de eventos vão se tornar cada vez mais frequentes e mais intensos”, disse à AFP Clair Barnes, estatística ambiental do Imperial College de Londres, e principal autora do estudo.

O Canadá sofre com a onda de incêndios mais devastadora já registrada, resultante de uma alta recorde de temperaturas, baixa umidade e derretimento precoce da neve. Cerca de 15,3 milhões de hectares foram queimados, uma área maior que a Grécia, e mais que o dobro do recorde anterior, registrado em 1989.

Cerca de 200 mil pessoas foram evacuadas, ao menos quatro morreram e a fumaça das florestas queimadas resultou na disseminação da perigosa poluição do ar para grande parte do Canadá até o sul dos Estados Unidos, levando a picos de buscas por serviços de emergência e inclusive ao fechamento de escolas.

Por Redação do Jornal de Brasília

Foto: Reprodução Jornal de Brasília